

Morreu na manhã desta quarta-feira (9) a cantora baiana Gal Costa. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da artista. A causa da morte ainda não foi confirmada.
Em setembro, Gal suspendeu a turnê “As Várias Pontas de uma Estrela” até o final de outubro, após a retirada de um nódulo nasal. O procedimento foi realizado na cidade de São Paulo (SP), havia sido bem-sucedido. De acordo com Nilson Raman, tour manager da artista, havia informado que ela ficaria afastada dos palcos até se recuperar plenamente.
Gal Costa deixa o filho Gabriel Costa Penna Burgos, de 17 anos.
Última passagem por Salvador
A sua última apresentação em Salvador foi em março desde ano, e teve ingressos esgotados, logo na primeira semana de vendas. A turnê também passou por outras capitais, como Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Fortaleza.
“A obra de Milton Nascimento é linda, maravilhosa. E como cantor, ele é incrivelmente lindo, bom, espetacular”, disse Gal sobre a escolha do homenageado, em entrevista ao CORREIO.
Gal, a voz
Gal se classificava como uma cantora que se expressa de várias formas.
“A minha maneira de me apresentar ela muda de acordo com o tempo. Às vezes, sou mais cênica, teatral, às vezes puramente uma cantora que utiliza a voz como meio de expressão, como maior meio de expressão”, contou em entrevista ao CORREIO.
Meu nome é Gal
Maria da Graça Costa Penna Burgos nasceu em 1945, em Salvador. Ela estreou nos anos de 1960, junto com Caetano Veloso, Maria Bethânia, Tom Zé, Gilberto Gil, no espetáculo Nós, Por Exemplo, em 1964.
O primeiro disco Domingo, foi lançado em parceria com Caetano. Em 1968, Gal participou do disco Tropicália ou Panis et Circencis (1968). Seu primeiro disco solo foi lançado em 1969, Gal Costa.
Ela ainda gravou: Cantar (1974), Água Viva (1978), Fantasia (1981), Baby Gal (1983), Gal (1992), Recanto (2011), entre dezenas de outros.
Em 1971, foi lançado Fa-Tal, um marco na carreira da artista e na história da música brasileira.









































