

O nome de Luciana Gimenez foi citado em documentos oficiais relacionados ao caso Jeffrey Epstein, divulgados recentemente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A repercussão levou a apresentadora a se manifestar publicamente para esclarecer os fatos e rebater qualquer associação com o empresário americano condenado por crimes sexuais.
Os arquivos fazem parte de um pacote de registros tornados públicos pelas autoridades norte-americanas e reúnem extratos bancários, listas de contatos e comunicações ligadas a Epstein. Entre os dados, constam referências a transferências financeiras atribuídas ao empresário e direcionadas à Luciana, com valores que, segundo interpretações que circularam nas redes, poderiam chegar a US$ 12 milhões.
As informações ganharam ainda mais visibilidade após análise da criadora de conteúdo Belyks, que destacou a existência de registros em diferentes períodos, incluindo datas próximas à prisão definitiva de Epstein. No entanto, os documentos não detalham a finalidade das transações nem estabelecem qualquer conclusão sobre a natureza dos valores mencionados.
Pronunciamento de Luciana Gimenez
Diante da repercussão, Luciana divulgou uma nota oficial negando de forma categórica qualquer relação com Epstein. Segundo a apresentadora, ela nunca conheceu o empresário e jamais manteve contato pessoal, profissional ou financeiro com ele.
Ainda de acordo com o comunicado, ao tomar conhecimento da citação de seu nome nos arquivos, Luciana entrou em contato com o Deutsche Bank Trust Company Americas, instituição onde mantinha conta à época, para entender a origem da vinculação.
Além de Luciana, outros nomes conhecidos também surgem nos documentos, como Mick Jagger, pai de um dos filhos da apresentadora. Os arquivos citam ainda tentativas de contato envolvendo pessoas do círculo de Epstein, mas sem detalhar o teor dessas comunicações ou indicar envolvimento direto em crimes.
Epstein foi preso em 2019, acusado de tráfico sexual de menores, e morreu meses depois enquanto aguardava julgamento. Desde então, a divulgação gradual de documentos ligados ao caso tem provocado especulações sempre que figuras públicas aparecem mencionadas nos registros o que, segundo especialistas, não implica necessariamente culpa ou envolvimento criminal. Fonte: BNews








































