EUA pedem suspensão do uso da vacina da Johnson após casos de coágulos

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp

As agências federais de saúde dos Estados Unidos pediram nesta terça-feira (13) uma interrupção imediata no uso da vacina de dose única da Johnson & Johnson contra o coronavírus, depois que seis pessoas que a receberam desenvolveram uma rara doença envolvendo coágulos sanguíneos, cerca de duas semanas após a vacinação. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Segundo  publicação, os seis receptores eram mulheres entre 18 e 48 anos de idade. Uma delas morreu e outra foi hospitalizada em condição crítica.

Quase 7 milhões de pessoas receberam vacinas da Johnson & Johnson nos EUA até agora, e aproximadamente mais 9 milhões de doses foram enviadas aos estados, segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês).

“Estamos recomendando uma pausa no uso da vacina por excesso de cautela”, disseram o doutor Peter Marks, diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa Biológica da Administração de Alimentos e Drogas (FDA), e a doutora Anne Schuchat, vice-diretora do CDC, em comunicado conjunto. “Neste momento, esses eventos adversos parecem ser extremamente raros.”

Enquanto a medida foi enquadrada como recomendação aos profissionais de saúde nos estados, o governo federal deverá interromper a vacinação em todos os seus postos. Autoridades federais esperam que autoridades de saúde estaduais tomem isso como um forte sinal para que façam o mesmo.

Ainda de acordo com a Folha, cientistas da FDA e do CDC examinarão conjuntamente possíveis ligações entre a vacina e a doença e determinarão se a FDA deve continuar autorizando o uso da vacina para todos os adultos, ou limitar a autorização. Uma reunião de emergência da Comissão Assessora Externa do CDC foi marcada para quarta (14).

Órgãos reguladores na Europa e em outros lugares estão preocupados com um problema semelhante com outra vacina contra o coronavírus, desenvolvida por pesquisadores da AstraZeneca e da Universidade de Oxford. Essa preocupação aumentou certa resistência a todas as vacinas, embora a versão da AstraZeneca não tenha sido autorizada para uso emergencial nos Estados Unidos.

A vasta maioria do estoque de vacinas dos EUA vem de dois outros fabricantes, Pfizer-BioNTech e Moderna. Não houve preocupações de segurança significativas com essas duas vacinas.

Fonte: Bahia.ba

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp

Últimas

Site Protection is enabled by using WP Site Protector from Exattosoft.com