João Roma critica lockdown: “resultará no empobrecimento de brasileiros”

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O ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), se manifestou contra o lockdown e classificou ações de prefeitos e governadores como ‘açodada” por conta da “comoção pela quantidade de mortes”.

“A gente precisa ter muito cuidado com os direitos individuais do cidadão brasileiro. É óbvio que estamos enfrentando um momento de pandemia. É preciso muita cautela, mas também não podemos admitir sobressalto, atitudes precipitadas, uma vez que a própria OMS alega que o melhor caminho não é, de fato, o lockdown. Nós temos que atenuar, sim, algumas medidas exacerbadas que têm acontecido no Brasil. Óbvio, os gestores ficam muito açodados com o que ocorre. Há obviamente uma comoção pela quantidade de mortes, pelo que ocorre no Brasil inteiro, mas precisamos valer a nossa Constituição, ter muita serenidade e cooperação”, ressaltou Roma, em entrevista ao programa “Os Pingos Nos Is”, da rádio Jovem Pan News.

O discurso de Roma está alinhado ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que chegou a ameaçar os governadores, sinalizando que o governador que decretar lockdown no período de vigência da nova rodada do auxílio emergencial, ele deverá arcar com o custo do programa de transferência de renda.O ministro do governo Bolsonaro sinalizou que o lockdown pode aumentar o “empobrecimento” do país.

“Não basta dizer apenas ‘fique em casa’, porque não tem como atenuar o sofrimento dos seus filhos e sua família. Nós precisamos ter muita seriedade e unir todas as forças para que a gente consiga atenuar o sofrimento. É natural que, se houver medidas de recrudescimento na área economia, resultará no empobrecimento de uma gama de brasileiros e por consequência mais pessoas necessitando do auxílio (emergencial), mais pessoas na faixa de vulnerabilidade”, reforçou o ministro da Cidadania.

Na entrevista à Jovem Pan, João Roma falou do novo auxílio emergencial que está para ser aprovado pela Câmara.  A expectativa do governo é conceder os R$ 250 até 375 ainda em março: “Na sequência, vamos nos debruçar na reestruturação e na ampliação do Bolsa Família. Queremos fortalecer o programa e com isso chegar a novas famílias, uma vez que na execução do auxílio identificamos novas pessoas em condições de vulnerabilidade”.

Fonte: BNews

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