Morador de Amargosa é destaque do quadro “que fim levou” de Nilton Neves da TV Band

Paulo Jackson Mota da Silveira, o Paulo Jackson Silveira, ótimo árbitro da década de 90, nasceu no dia 9 de setembro de 1954, em Salvador, Bahia. É casado com dona Lilia Mascarenhas, tem quatro filhos (Claudio Cezar, Paulo Jackson Filho, Marcos Davilson e Ana Carolina) e oito netos (Charles Júnior, Ana Leticia, Bernardo, Vicente, Anamaria, Maria Clara, Íris e Augusto). Em 2017, seguia residindo na cidade baiana de Amargosa, onde além de trabalhar na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, é comentarista de arbitragem no programa “Os Campeões da Bola” da Rádio Metrópole FM e diretor-técnico do clube de veículos “AmarAntigos”.

O início no futebol veio devido as sugestões e insistências dos colegas de trabalho, que viam Paulo cumprir duas funções muito bem, jogar e apitar. É que em determinadas ocasiões, ele era requisitado a exercer a função de árbitro. O incentivo era grande, porque ele realmente levava jeito com o apito. Foi então que, após completar cursos de arbitragem, ingressou no esporte e atuou tanto no futsal, quanto no futebol de campo na categoria amador.

Acumulou boa bagagem e, em 1983, iniciou na Federação Baiana de Futebol (FBF) apitando jogos das categorias de base. Não demorou muito e logo foi promovido ao profissional, o que também lhe rendeu em 1987 uma indicação aos testes para árbitro do quadro nacional da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Lá, se destacou e rápido ganhou notoriedade da Fifa, onde chegou a ser aspirante.

Ganhou reconhecimento merecido pelo bom trabalho e por vários anos foi escolhido pela imprensa baiana como o melhor árbitro do campeonato estadual.

Quando o famoso Beach Soccer, o futebol de areia, começou a surgir no Brasil, foi convidado pelo Coordenador de Arbitragem da época, o ex-árbitro José Roberto Wright, a integrar o quadro nacional, onde apitou diversas competições, como torneios seletivos nacionais, Campeonatos Brasileiros, torneios internacionais e Copa do Mundo.

Ao encerrar a carreira em 1999, após completar a idade limite Fifa, na época 45 anos, fez o curso de radialista e foi convidado a ser comentarista de arbitragem e de futebol, tendo atuado em rádios baianas, como a Rádio Cultura, Rádio Cristal, Transamérica, Tudo FM e Rádio Metrópole FM. Na televisão, participou da TV Aratu, no programa “No Campo do 4”.

Fonte: Terceiro Tempo

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